Você sabia que o herpes zóster, também conhecido como cobreiro, pode causar dor intensa e complicações a longo prazo, como a neuralgia pós-herpética? Felizmente, há como se proteger com a vacina herpes zóster, uma medida segura e eficaz para evitar esse problema.
- O que é o Herpes Zóster?
- Como Funciona a Vacina Herpes Zóster?
- Possíveis Efeitos Colaterais da Vacina Herpes Zóster
- O que é Vacina Herpes Zóster e Como Funciona?
- Composição da Vacina Herpes Zóster
- Cuidados Especiais e Recomendações da Vacina Herpes Zóster
- Contraindicações da Vacina Herpes Zóster
- Vacina Herpes Zóster: Episódios Recentes de Herpes-Zóster e Reaplicação da Vacina
- Conclusão
- Perguntas Frequentes: Vacina Herpes Zóster
O que é o Herpes Zóster?
O herpes zóster é causado pela reativação do vírus varicela-zoster, o mesmo que provoca a catapora. Após a infecção inicial, o vírus pode permanecer dormente no corpo por anos e reativar-se, causando lesões dolorosas na pele.

Quem está em risco?
- Adultos com mais de 50 anos;
- Indivíduos imunocomprometidos ou com doenças crônicas;
- Pessoas que já tiveram catapora ou foram expostas ao vírus varicela-zoster.
Como Funciona a Vacina Herpes Zóster?
Vacina recombinante mais recente, recomendada para pessoas com 50 anos ou mais e para imunodeprimidos a partir de 18 anos. É aplicada em duas doses, com intervalo de 2 a 6 meses.
Possíveis Efeitos Colaterais da Vacina Herpes Zóster
Assim como em qualquer vacina, alguns efeitos adversos podem ocorrer:
- Dor no local da aplicação
- Febre leve e fadiga
- Dor muscular
Essas reações são leves e geralmente desaparecem em poucos dias. O acompanhamento próximo com um profissional é essencial para esclarecer dúvidas e garantir tranquilidade durante todo o processo.
O que é Vacina Herpes Zóster e Como Funciona?
É uma vacina recombinante que combina a glicoproteína E (gE) do vírus da varicela-zóster com o sistema adjuvante AS01B. Essa combinação garante uma resposta imunológica robusta, protegendo contra o herpes zóster e suas complicações, como a neuralgia pós-herpética (dor prolongada após a infecção).
Esquema de Doses da da Vacina Herpes Zóster
- 2 doses intramusculares com intervalo de 2 meses.
- Para imunossuprimidos, o intervalo pode ser reduzido para 1 mês entre as doses.
Composição da Vacina Herpes Zóster
- Antígeno principal: Glicoproteína E recombinante do vírus varicela-zóster.
- Adjuvante AS01B: Potencializa a resposta imunológica e contém extratos naturais como QS-21 e MPL.
- Excipientes: Incluem sacarose, polissorbato 80, fosfato de sódio e água para injetáveis. A combinação garante uma resposta robusta e segura.
Cuidados Especiais e Recomendações da Vacina Herpes Zóster
Vacinação para Pacientes Imunocomprometidos
- Transplantados de medula óssea: Vacinar entre 6 e 12 meses após o transplante.
- Receptores de órgãos sólidos:
- Preferir a vacinação antes do transplante, com um intervalo mínimo de 4 semanas entre as doses.
- Se vacinado após o transplante, aguardar de 6 a 12 meses, idealmente com a dose de imunossupressores reduzida e sem sinais de rejeição.
- Pacientes com câncer: Vacinar antes de quimioterapia, radioterapia ou imunossupressão. Se não for possível, vacinar após o tratamento mais agressivo.
- Pacientes em uso de anticorpos monoclonais: Aplicar a vacina 4 semanas antes da próxima dose do anticorpo.
- Pacientes vivendo com HIV/Aids: Vacinar mesmo em estados imunológicos críticos, considerando a avaliação médica do momento ideal.
- Pessoas com doenças autoimunes: Administrar a vacina antes de iniciar imunossupressão mais intensa.

Nota: perfil de segurança em imunocomprometidos é semelhante ao de adultos sem imunodepressão. No entanto, dados sobre a vacinação em adultos entre 18 e 49 anos com risco aumentado (como diabéticos) ainda são limitados.
Contraindicações da Vacina Herpes Zóster
- Alergia severa a algum componente da vacina ou reações graves à dose anterior.
- Não é indicada como rotina para gestantes ou lactantes devido à falta de dados clínicos, embora não haja risco teórico comprovado.
Vacina Herpes Zóster: Episódios Recentes de Herpes-Zóster e Reaplicação da Vacina
- Não há restrição para vacinar pessoas que tiveram herpes-zóster recentemente.
- Recomendação: A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) sugere esperar 6 meses após o episódio, mas o intervalo pode ser reduzido para evitar perda de oportunidade.
- A vacina é mais eficaz que a versão atenuada, e pessoas previamente vacinadas com a atenuada podem receber a imunização após 2 meses para aumentar a proteção.
Conclusão
Cuidar da saúde é um ato de amor e prevenção. A vacina contra herpes zóster é uma aliada poderosa para garantir bem-estar, especialmente para quem está na fase adulta ou tem o sistema imunológico comprometido. Na AMIVI, oferecemos um atendimento acolhedor, personalizado e seguro para que cada vacinação seja uma experiência tranquila e transformadora.
Confie em nós para ser seu parceiro na vacinação! Juntos, protegemos vidas com amor e asseguramos um futuro mais saudável para você e sua família.
Perguntas Frequentes: Vacina Herpes Zóster
É uma vacina indicada para a prevenção do herpes-zóster (cobreiro) e suas complicações, principalmente a neuralgia pós-herpética (NPH), uma dor intensa e persistente que pode durar meses após o surto.
A vacina é recomendada para:
Adultos a partir de 50 anos.
Indivíduos imunocomprometidos ou em risco aumentado a partir de 18 anos (como pacientes com câncer, HIV ou transplantados).
A vacina é aplicada intramuscularmente, preferencialmente no músculo deltoide (braço). O esquema vacinal consiste em 2 doses com intervalo de 2 meses entre elas. Em alguns casos, o intervalo pode ser reduzido para 1 mês.
A vacina é contraindicada para pessoas que:
Apresentam alergia grave a algum componente da fórmula.
Tiveram reações graves a uma dose anterior da vacina.
Gestantes e lactantes não devem receber a vacina rotineiramente por falta de dados, embora não haja riscos teóricos confirmados.
Sim. A Shingrix pode ser aplicada junto com as vacinas de:
Influenza (gripe).
Pneumocócica 23 e 13-valente.
Tríplice bacteriana (dTpa).
As vacinas devem ser aplicadas em locais diferentes do corpo.
As reações mais frequentes são:
Dor no local da aplicação (68,1%).
Mialgia (32,9%).
Fadiga (3%).
Cefaleia (26,3%).
Esses sintomas são, em geral, leves a moderados e desaparecem em 2 a 3 dias. Casos mais intensos podem durar 1 ou 2 dias.
Sim, mas é necessário seguir algumas orientações específicas:
Transplantados de medula óssea: Vacinar entre 6 e 12 meses após o transplante.
Receptores de transplante de órgãos: Vacinar antes do transplante, se possível, ou aguardar 6 a 12 meses após o procedimento.
Pacientes com câncer: Vacinar antes de iniciar quimioterapia ou outro tratamento imunossupressor.
Pacientes em uso de anticorpos monoclonais (como rituximab): Administrar a vacina 4 semanas antes da próxima dose do anticorpo.
Pessoas com HIV/Aids: Devem ser vacinadas, mesmo que a resposta seja menor, com avaliação médica para o melhor momento.
Estudos demonstram que a vacina reduz significativamente os casos de herpes-zóster e neuralgia pós-herpética:
97,2% de eficácia em adultos a partir de 50 anos.
91,3% de eficácia em adultos a partir de 70 anos.
A eficácia se mantém alta por pelo menos 4 anos e é superior à vacina atenuada disponível anteriormente.
Sim. A recomendação da SBIm é aguardar 6 meses após um episódio de herpes-zóster antes de vacinar, mas esse intervalo pode ser encurtado para evitar perda de oportunidade.
Sim. A vacina pode ser administrada mesmo em quem já recebeu a versão atenuada. É necessário aguardar 2 meses após a última dose da vacina atenuada para iniciar o esquema.
Não. A Shingrix é específica para prevenir herpes-zóster e não substitui a vacina contra varicela.
A eficácia comprovada é de pelo menos 4 anos, e estudos indicam que a proteção pode se estender por 11 anos ou mais. Pesquisas continuam para determinar a necessidade de doses de reforço no futuro.
Recomenda-se cuidado nas 48 horas após a vacinação, pois podem ocorrer sintomas como fadiga e mal-estar que podem interferir nas atividades diárias.
A Shingrix é uma vacina inativada e possui eficácia superior à vacina atenuada.
Pode ser aplicada em imunocomprometidos e oferece uma resposta imunológica mais consistente.
A vacinação não é recomendada rotineiramente para gestantes e lactantes por falta de dados clínicos, embora não haja risco teórico para a mãe ou o bebê, pois a vacina é inativada.


