Vacina Tríplice Viral
A vacina tríplice viral é uma combinação de vírus vivos atenuados que atuam na prevenção do sarampo, da caxumba e da rubéola.
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indicação
Uso pediátrico
A vacina é indicada para:
Crianças a partir de 12 meses.
via de aplicação
A vacina é administrada de forma subcutânea.
importante
Em situações de surto, a vacinação pode ser recomendada para crianças entre 6 e 12 meses, com revacinação entre 12 e 15 meses.
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Doenças prevenidas pela tríplice viral
Sarampo
Doença altamente contagiosa, com potencial de causar complicações como pneumonia, encefalite e até mesmo a morte.
Caxumba
Inflamação das glândulas salivares, que pode levar a complicações como meningite e, em casos raros, à infertilidade masculina.
Rubéola
Embora leve na maioria dos casos, representa riscos sérios para gestantes, podendo causar síndrome da rubéola congênita, com impactos graves no desenvolvimento do bebê.
Contraindicações
- Gestantes
- Pessoas imunocomprometidas
- Histórico de reação anafilática à neomicina ou gelatina
Perguntas Frequentes
A vacina é uma combinação trivalente que contém vírus atenuados para a imunização contra sarampo, caxumba e rubéola. É amplamente reconhecida pela sua eficácia e segurança, ajudando a proteger crianças e adultos contra essas doenças.
Sarampo, caxumba e rubéola são doenças virais comuns que podem levar a complicações graves. A vacinação previne:
Sarampo: Complicações como pneumonia e encefalite.
Caxumba: Pode resultar em meningite, surdez e orquite.
Rubéola: Perigosa especialmente em grávidas, podendo causar síndrome da rubéola congênita.
A vacina é administrada por via subcutânea, preferencialmente na parte externa da porção superior do braço. A dose padrão é de 0,5 mL.
A vacina é indicada para:
Crianças a partir de 12 meses.
Adultos que não tenham imunidade comprovada.
Importante: Em situações de surto, a vacinação pode ser recomendada para crianças entre 6 e 12 meses, com revacinação entre 12 e 15 meses.
A vacina não deve ser administrada em:
Pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente, como gelatina ou neomicina.
Gestantes.
Pacientes com doenças febris ou infecções ativas.
Indivíduos com imunossupressão severa, como em casos de AIDS.
Atenção: A gravidez deve ser evitada por 1 mês após a vacinação.
As reações comuns incluem febre e erupção cutânea leve. Reações raras podem envolver:
Reações alérgicas: Urticária, anafilaxia.
Sistema nervoso: Convulsões febris, encefalite.
Articulações: Artralgia e/ou artrite temporária, mais comuns em mulheres.
Nota: Em caso de sintomas adversos, procure orientação médica imediatamente.
O esquema vacinal padrão é:
Primeira dose: A partir de 12 meses.
Revacinação: Entre 4 e 6 anos para garantir a soroconversão completa.
Surto: A partir de 6 meses
Indivíduos com histórico de convulsões devem ser monitorados.
Pode haver excreção de pequenas quantidades do vírus da rubéola, mas a transmissão é considerada baixa.
O uso concomitante com imunoglobulinas pode interferir na resposta imunológica.
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